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segunda-feira, 22 de julho de 2019
Gritos de “Lula Livre” em igreja católica geram revolta Internautas compararam o ex-presidente a Barrabás

O senador pernambucano Humberto Costa, filiado ao PT, compartilhou um vídeo polêmico em suas redes sociais na noite deste domingo (21). Nas imagens, um grupo de fiéis gritam por “Lula Livre” durante uma missa.O vídeo foi gravado durante uma apresentação do artista Antonio Nóbrega, no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), que aconteceu na Igreja Matriz de Garanhuns. Em sua performance, Antonio criticou a família Bolsonaro relembrando o caso Queiroz e caçoando da escolha de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos.
– E quem quiser ser agora embaixador não precisa ser doutor, muito menos estudar. E nem carece patente de diplomata, tudo corre na mamata que só anda a prosperar. Os requisitos são bem poucos pro fulano. Basta ser miliciano e um hambúrguer fritar. E ser padrinho de um laranja, o Queiroz. Dar banana para nós e pro Trump se abaixar – diziam os versos recitados pelo artista.
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Ao final, Antonio Nóbrega foi ovacionado pela multidão com os gritos de liberdade para o ex-presidente. Nas redes sociais, muitos criticaram por transformarem o espaço da igreja em showmício. Outros compararam Lula a Barrabás, o ladrão que foi solto no lugar de Jesus, como descrito na Bíblia.
– Absurdo saudar qualquer politico em um culto ou missa. Isso é deplorável e jamais aceitaria algo parecido em minha Igreja para nenhum político. Nenhum mesmo – opinou o pastor Alexandre Gonçalves pelo Twitter.
fonte:https://pleno.news/
fonte:https://pleno.news/
Descobrimos a trilha do Hacker do Intercept. Greenwald é cúmplice do crime contra Moro e Lava Jato O jornalista Oswaldo…",
A trilha do Hacker do Intercept Brasil nos levou ao inferno do The Intercept Brasil, a parte mais obscura da internet, mesmo local onde terroristas nesta semana ameaçaram de morte o presidente Jair Bolsonaro e a Ministra Damares Alves. Mais do que isso, fizemos a trilha. Uma fonte que não será revelada neste momento nos deu o mapa e os caminhos percorridos pelo hacker do Intercept e vamos mostrar passo a passo para você. O objetivo desta reportagem não é buscar um furo jornalístico, apenas trazer a verdade até porque essa informação está em um ambiente público no site The Intercept, mas revela, de forma inequívoca, que Greenwald tem pronta uma plataforma criminosa, seria semelhante a ser o motorista do carro de um assalto a banco.
Greenwald mantém um site secreto na Deeb Web e um manual de como cometer crimes. Pior, ele ensina com detalhes como não ser pego por agentes e cometer vazamentos de documentos públicos, dessa forma, se torna cúmplice de um dos crimes virtuais mais emblemáticos da história do Brasil. O ambiente rasteiro do Intercept não deixa rastros. O jornalista tem o sigilo da fonte, mas não pode se envolver nos crimes e neste caso, Greenwald é parte dele. Há um mês investigando os crimes explícitos do site The Intercept Brasil e de Glenn Greenwald, depois de gravar os jornalistas do site na cafeteria Starbucks em São Paulo, furar o bloqueio no Senado, de forma legal, e gravar Greenwald e seu marido David Miranda após a sabatina em Brasília e obter a confissão em que o fundador do site admite a veracidade dos áudios gravados em que Leandro Demori, editor executivo, admite a adulteração dos diálogos de Moro e de membros da Lava jato, a reportagem fez o caminho do Hacker e descobriu um ambiente perigoso, que passa distante do jornalismo, mas se utiliza-se dele para cometer crimes em parceria com bandidos, que podem se identificar apenas com codinomes.
Agora Paraná | Descobrimos a trilha do Hacker do Intercept. Greenwald é cúmplice do crime contra Moro e Lava Jato agoraparana.uol.com.br/
Foi por lá que o Hacker do Intercept enviou os dados roubados de Moro e da Lava Jato. Leandro Demori, editor executivo do site, já admitiu a participação de um hacker. Sem saber que estava sendo gravado, ele disse para uma colega “O hacker não veio hoje”, em uma redação improvisada na Starbucks do Anhembi no dia 28 de junho. O jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina esta coluna, mergulhou no inferno virtual mantido pelo Intercept na Deep Web e percorreu o caminho do hacker. O endereço secreto onde pode ser executado o manual de crimes editado pelo Intercept é este:
Qualquer pessoa pode ter acesso ao inferno do Intercept, mas eles avisam que seu endereço ficará registrado e dão dicas de como cometer crimes de vazamentos. Eles orientam o criminoso a se dirigir a uma cafeteria e baixar no computador um
navegador que esconde o endereço IP da máquina, o Thor. Veja um trecho do inferno do Intercept: “Conecte o seu computador pessoal a uma rede Wi-Fi que não esteja associada a você ou a seu empregador, como em uma cafeteria, por exemplo. Baixe o Navegador Tor (O Tor permite que você fique on-line sem revelar seu endereço IP aos sites que você visita.) Dentro do Tor, acesse o nosso servidor com SecureDrop no endereço http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR. Este é um tipo especial de URL que só funciona no Tor. Então, siga as instruções para enviar sua mensagem ou fazer o upload de documentos.” Greenwald orienta que o crime não pode deixar rastros. O site fundado pelo americano diz ainda que o produto do crime pode ser enviado pelo correio, mas alerta que investigadores podem seguir os rastros. Veja. Lembre-se que, analisando os pacotes, investigadores podem ter acesso a evidências sobre sua identidade, como amostras de sua letra ou até mesmo suas impressões digitais, antes que seu pacote chegue até nós.
A partir deste fio de novelo, descobrimos também com provas irrefutáveis, que Greenwald é cúmplice deste hacker, pois mantém um manual ensinando como cometer crimes no Brasil e vazar as informações através de um ambiente hostil, pirata, a Deep Web, mesmo ambiente onde reina a pedofilia, venda ilegal de armas de fogo e os crimes mais bizarros da história da humanidade. O cerco está apertando para Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil. Após seis semanas de crime em curso, se utilizando de mensagens roubadas por um hacker que invadiu dados do Ministro da Justiça da República Federativa do Brasil, Sérgio Moro e de membros do Ministério Público Federal, a reportagem realizada em parceria pelo portal Renews, República de Curitiba e Agora Paraná, comandada pelo jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina está coluna, fez o caminho do hacker da Intercept Brasil. O manual do crime, confira na íntegra como Greenwald ensina como vazar documentos e dá ferramentas para isso “Um dos princípios fundadores do Intercept é que a denúncia é vital para responsabilizar instituições de poder. O começo da nossa história está, em parte, relacionado às revelações feitas por Edward Snowden sobre espionagem digital ao redor do mundo. Por isso, estamos muito comprometidos com a publicação de reportagens baseadas em informações confidenciais, relevantes e de interesse público. Então, tanto no setor público quanto no privado, se você ficar sabendo de qualquer comportamento que acredita ser antiético, ilegal ou prejudicial ao interesse público, considere compartilhar suas informações conosco de forma segura. Nossos repórteres trabalham junto com especialistas em segurança digital e advogados para minimizar o risco de exposição nas apurações mais sensíveis. Se você quer nos contar algo ou nos enviar algum tipo de documento ou informação, siga as nossas orientações para se comunicar de forma segura com os repórteres do Intercept. O canal a ser usado depende de suas circunstâncias pessoais, do tipo de informação a ser compartilhada e do nível de risco envolvido. Confira na íntegra, o manual do crime produzido pelo Intercept Se você deseja se comunicar conosco de maneira anônima, pode usar um canal chamado SecureDrop. Com esse servidor, é possível enviar mensagens ou materiais confidenciais para nossos repórteres sem revelar a sua identidade, e nós podemos responder os seus contatos. Como os metadados de nossa correspondência – informações sobre remetente e destinatário e horários das mensagens – não estão disponíveis para terceiros, esse canal é muito seguro.
Veja como usar: Conecte o seu computador pessoal a uma rede Wi-Fi que não esteja associada a você ou a seu empregador, como em uma cafeteria, por exemplo. Baixe o Navegador Tor . (O Tor permite que você fique on-line sem revelar seu endereço IP aos sites que você visita.) Dentro do Tor, acesse o nosso servidor com SecureDrop no endereço. Este é um tipo especial de URL que só funciona no Tor. (Importante: não digite essa URL em um navegador que não seja Tor. Ela não funcionará – e sua tentativa ficará registrada.) Então, siga as instruções para enviar sua mensagem ou fazer o upload de documentos. SIGNAL Outra ótima opção para compartilhar informações é entrar em contato conosco pelo Signal, uma app de mensagens de texto e de áudio parecido com o WhatsApp – mas mais seguro. Você pode baixar o Signal Usar o Signal para nos contatar é bem fácil. Veja como: Abra o Signal e toque no ícone da caneta (no canto superior direito no iPhone, e na parte inferior direita no Android) para iniciar uma nova mensagem. Digite nosso número de telefone — (21) 97672-8175 — na caixa de pesquisa. Em seguida, você pode nos enviar uma mensagem criptografada via Signal. É bom que você tome alguns cuidados – por exemplo, deixar o seu telefone sempre bloqueado e configurar o Signal para não exibir o conteúdo das mensagens na tela inicial. Neste guia tem outras dicas para garantir a sua segurança enquanto usar o aplicativo. Se você usar seu celular para nos enviar uma mensagem ou nos ligar pelo Signal, nós saberemos seu número de telefone. É sempre melhor para o nosso processo de reportagem saber a identidade da fonte, mas podemos mantê-la confidencial. O Signal também saberá que você nos contatou, mas esses metadados não ficam registrados. Você também pode usar o mesmo número para entrar em contato via WhatsApp, mas a nossa indicação é o Signal.
Se você não tem motivos para se preocupar em revelar sua identidade, pode entrar em contato com nossos jornalistas por e-mail. Isso pode ser feito individualmente ou no e-mail dicas@theintercept.com (mailto:dicas@theintercept.com). Se desejar, você também pode enviar seu e-mail usando criptografia PGP (o e-mail e a chave pública PGP de cada jornalista é informada na página de perfil da equipe (https://theintercept.com/brasil/staff/) – mas tenha em mente que ainda haverá metadados, porque seu servidor de e-mail registrará a troca. CORREIO Se você não quiser se comunicar conosco de forma recíproca, pode optar por nos enviar suas informações pelos Correios. Lembre-se, no entanto, que os Correios têm acesso a tudo que é enviado. Por isso, procure fazer a postagem em uma caixa de coleta disposta em local público dos Correios ou a partir de uma agência que não seja próxima de sua casa ou do seu trabalho. Faça o envio na modalidade Carta Simples, que não exige a identificação do remetente. Lembre-se que, analisando os pacotes, investigadores podem ter acesso a evidências sobre sua identidade, como amostras de sua letra ou até mesmo suas impressões digitais, antes que seu pacote chegue até nós. Além disso, informações contidas em papéis impressos também podem revelar a origem deles (algumas impressoras imprimem pontos de rastreamento
(https://www.eff.org/issues/printers) justamente para ajudar a identificar a origem dos documentos). Envie cartas ou pacotes para: Caixa Postal 15.120 Rua das Marrecas, 48 Centro, Rio de Janeiro, RJ CEP: 20031-120 O que não fazer se você quiser permanecer anônimo Se você corre risco de punição por ter vazado um documento ou informação, é importante seguir esses cuidados para que sua identidade permaneça em sigilo. Não entre em contato conosco em um computador ou rede do trabalho. A maioria das redes corporativas e governamentais registra o tráfego virtual. Mesmo se você estiver usando o Tor, ser o único usuário do Tor no trabalho pode fazer com que você se destaque. Não nos envie e-mails, não ligue para nós e não entre em contato conosco nas redes sociais. Do ponto de vista de alguém investigando um vazamento de informações, o histórico de mensagens é tudo o que é preciso para fazer de você um dos principais suspeitos.
Não diga a ninguém que você é uma fonte. Outros pontos a considerar Antes de decidir levar sua história para um jornalista, pode ser interessante consultar um advogado para entender melhor suas opções e seus riscos. Se fizer isso, tome cuidado para não deixar nenhum detalhe registrado em e-mails e tente discutir tudo pessoalmente. Se você está considerando nos fornecer documentos especialmente delicados, leve em consideração estas dicas adicionais: Fique alerta a seus hábitos. Se você teve acesso a informações sigilosas que foram publicadas, suas atividades na internet possivelmente serão monitoradas, incluindo quais sites você visitou ou compartilhou nas redes sociais (como o Intercept). Investigadores também podem examinar os registros de sua atividade em redes internas em seu local de trabalho. Certifique-se de que você está ciente disso antes de nos enviar informações e ajuste seus hábitos conforme necessário bem antes de decidir se tornar nossa fonte. Ferramentas como o Tor (veja acima) podem ajudar a proteger o anonimato de sua navegação. Separe as coisas. Mantenha sua denúncia o mais longe possível do resto de suas atividades. Não use suas contas normais, isto é, as que já estão conectadas a você. Em vez disso, crie novas contas para essa
finalidade e não faça login usando essas novas contas em redes nas quais você normalmente se conecta. Faça uma limpeza. Certifique-se de limpar seus registros o melhor que puder. Evite deixar rastros relacionados a denúncias em seu computador pessoal ou profissional (na sua pasta Documentos, no histórico do seu navegador etc.). Se você perceber que fez uma pesquisa no Google relacionada a denúncias enquanto estava conectado à sua conta do Google, exclua seu histórico de pesquisa (https://support.google.com/websearch/answer/465?hl=pt). Considere manter todos os arquivos relacionados em um dispositivo USB criptografado em vez de armazená-los em seu computador e conecte-o somente quando precisar trabalhar com eles. O ideal é usar um computador ou sistema operacional completamente separado para sua atividade de denúncia, de modo que uma verificação forense em seu computador padrão não revele nada. Mesmo se você estiver usando o navegador Tor, por exemplo, caso alguém invada seu computador, será possível espionar tudo o que você faz. O Tails (https://tails.boum.org/) é um sistema operacional separado que você pode instalar em um dispositivo USB e inicializar no computador. Ele é projetado para não deixar rastros. Ele não é intuitivo de usar, mas se você está se arriscando muito, provavelmente vale o esforço. Você poderá encontrar instruções para baixar e instalar o Tails aqui (https://tails.boum.org/download/index.en.html). É importante entender que nenhum método de comunicação é totalmente seguro. Tornar-se uma fonte envolve riscos mas, às vezes, é a coisa certa a fazer. Os riscos podem ser reduzidos se você for cuidadoso.
FONTE:http://agoraparana.uol.com.br/
Bolsonaro chama de 'melancia' general que criticou fala sobre nordestinos
O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter, neste domingo (21/7), para dizer que não criticou o povo nordestino, mas os governadores da região, especificamente Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão. E, na mesma mensagem, atacou o general da reserva Luiz Rocha Paiva, que condenou as declarações do presidente.
"'Daqueles GOVERNADORES... o pior é o do Maranhão'. Foi o que falei reservadamente para um ministro. NENHUMA crítica ao povo nordestino, meus irmãos. Mas o melhor de tudo foi ver um único general, Luiz Rocha Paiva, se aliar ao PCdoB de Flávio Dino, p/ me chamar de antipatriótico", escreveu Bolsonaro, suprimindo alguns trechos de sua fala, como o uso do termo "paraíba"
m seguida, o presidente publicou um segundo tuíte, chamando Paiva de "melancia", termo comumente usado por militares da direita para se referir aos de esquerda, que seriam verdes por fora (cor da farda) e vermelhos por dentro. "Sem querer descobrimos um melancia, defensor da Guerrilha do Araguaia, em pleno século XXI".
- Sem querer descobrimos um melancia, defensor da Guerrilha do Araguaia, em pleno século XXI.
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Relembre o caso
Flávio Dino lamentou a declaração e pediu explicações. Segundo o governador, o comportamento do presidente teria sido incompatível com a Constituição. Da ala militar, a reprovação veio do general Paiva, que falou ao jornal Estado de S. Paulo. app/63,14app/noticia/politica/2019/07/20/interna_politica,772455/alcione-general-e-politicos-criticam-fala-de-bolsonaro-sobre-paraibas.shtml">Paiva considerou o comentário de Bolsonaro "antipatriótico” e “incoerente”. "Tem que ter calma, mas mostrar pra ele o quanto perdeu com essa grosseria com que menosprezou uma região do Brasil e seus habitantes. Um comentário antipatriótico e incoerente para quem diz 'Brasil acima de tudo'", afirmou o general, que foi integrante da Comissão da verdade.
Porto de Itaqui
Após essas declarações, o presidente Bolsonaro anunciou, também no Twitter, que o Porto de Itaqui, no Maranhão, estará conectado, por ferrovia, ao Porto de Santos, em até dois anos.
O presidente se refere à concessão de um trecho da Ferrovia Norte-Sul que liga Porto Nacional, em Tocantins, a Estrela d'Oeste, em São Paulo. O contrato, no valor de R$ 2,8 bilhões, será assinado ainda este mês, e o trecho no sentido norte entrará em operação imediatamente.
A expectativa do governo é que, até 2021, o trecho da ferrovia que liga os dois portos esteja operando plenamente nos dois sentidos.
- Em 2 anos o porto de Itaqui, no Maranhão, estará ligado, por ferrovia, ao porto de Santos. Em 4 anos faremos muito pelo Brasil e o até então esquecido Nordeste, apesar da mídia e alguns governadores.
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"Em 2 anos o porto de Itaqui, no Maranhão, estará ligado, por ferrovia, ao porto de Santos. Em 4 anos faremos muito pelo Brasil e o até então esquecido Nordeste, apesar da mídia e alguns governadores", tuitou.
fonte;https://www.msn.com/
'Tem algum nordestino ofendido aí?', pergunta Bolsonaro a cidadãos em Brasília Presidente voltou a negar ter criticado a região ao citar 'governadores de paraíba' durante café da manhã com jornalistas

BRASÍLIA — Ao sair de um restaurante em Brasília no início da tarde deste domingo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) conversou com cidadãos e voltou a negar ter criticado a região Nordeste . Após tirar fotos e conversar com pessoas do local, Bolsonaro foi questionado se temia alguma retaliação em sua viagem à Bahia na próxima terça-feira e voltou a falar sobre o assunto.
— Eu critiquei dois governadores, três segundos no pé de ouvido, três segundos — afirmou.
Na sexta-feira, microfones da TV Brasil captaram trecho de conversa reservada do presidente com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante café da manhã com jornalistas da imprensa estrangeira. "Daqueles governadores de 'paraíba', o pior é o do Maranhão ; tem que ter nada com esse cara", afirmou ele ao aliado. Alvo de críticas de nordestinos, incluindo artistas e políticos, Bolsonaro destacou mais tarde que se referia apenas a Flávio Dino, governador do Maranhão, e João Azevêdo, da Paraíba.
Indagado neste domingo sobre os governadores terem ficado ofendidos com a crítica, Bolsonaro mostrou incômodo com a polêmica.
— Ah, meu Deus do céu. Quem ficou ofendido? Não, não, não. Se eu tenho um problema com o Sul, ninguém fala. Região Sul, Centro-Oeste, Norte. Vocês mesmos da mídia ficam querendo separar o Nordeste do Brasil. O Nordeste é Brasil, é a minha terra, eu ando em qualquer lugar do território brasileiro — afirmou o presidente, que foi interrompido por palavras de apoio dos populares.
Em seguida, o presidente perguntou às pessoas que estavam no local:
Tem algum nordestino ofendido aí?
As pessoas presentes gritaram que não. Em seguida, o presidente enfatizou a pergunta:
— Atenção imprensa, tem algum nordestino ofendido comigo aí? (Pessoas gritaram "não"). O problema é que eu falei que o pior governador do Nordeste é o Flávio Dino [do Maranhão]. O pessoal está brigando dizendo que não é, que tem outros piores que ele lá.
Bolsonaro também afirmou que seu governo é o que "mais emprestou recursos para o Nordeste até agora, apesar do contingenciamento (de recursos do Orçamento)" .
Pela manhã, Bolsonaro recorreu ao Twitter para comentar o episódio e aproveitou para atacar um general que o havia criticado pelo comentário sobre "governadores de paraíba".
"'Daqueles GOVERNADORES... o pior é o do Maranhão'. Foi o que falei reservadamente para um ministro. NENHUMA crítica ao povo nordestino, meus irmãos. Mas o melhor de tudo foi ver um único general, Luiz Rocha Paiva, se aliar ao PCdoB de Flávio Dino, para me chamar de antipatriótico. Sem querer descobrimos um melancia, defensor da Guerrilha do Araguaia, em pleno século XXI", escreveu o presidente na rede social.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Justiça condena Deborah Secco por desvio de dinheiro público

A atriz Deborah Secco foi condenada pela Justiça a devolver R$ 158.191 aos cofres públicos. A sentença saiu três anos e oito meses depois de Deborah ser denunciada por desvio de verbas públicas, em ação de enriquecimento ilícito e improbidade administrativa. Sua mãe, seu irmão, sua irmã e a produtora Luz Produções Artísticas LTDA, que pertence à família, também terão que restituir R$ 446.455. Cabe recurso.
Na decisão, do dia 24, o juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, da 3ª Vara de Fazenda Pública, também suspende os direitos políticos dos envolvidos, os obriga a pagar multa de R$ 5 mil e os proíbe de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais.
O inquérito teve início com uma representação do Sindicato dos Enfermeiros, que questionava a contratação de profissionais pela Fundação Escola do Serviço Público (Fesp). Com o avanço das investigações, identificou-se um esquema de fraude na qual sete órgãos do governo estadual contratavam a Fesp para a execução de projetos. Como não tinha condições para executar tais serviços (e isso era sabido pelos órgãos), a Fesp subcontratava quatro ONGs. Ricardo Tindó Ribeiro Secco, pai de Deborah, era quem representava os interesses das ONGs junto aos órgãos e era o responsável e chefe operacional do “esquema das ONGs”.
Na conta de Deborah teriam sido depositado dois cheques — de R$ 77.191 e de R$ 81 mil. Na conta da Luz Produções, na qual a atriz é dona de 99% das ações, foram mais R$ 163.700. Seus irmãos Bárbara e Ricardo e sua mãe Sílvia ainda teriam recebido R$ 282.500 mil. Já o pai e a esposa, Angelina, receberam R$ 453 mil. O advogado de Deborah, Mauro Roberto Gomes de Mattos, informou que vai recorrer:
Não temos um presidente perfeito, mas um presidente que é gente A parte do espectro político que sempre arroga para si a defesa dos oprimidos e marginalizados parece não ter feito muita coisa por eles.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem (18), em sua conta oficial no Twitter, que sancionou a lei que obriga a inclusão, nos censos demográficos, de informações específicas sobre pessoas com autismo. Atualmente, não existem dados oficiais sobre as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Brasil.
A decisão contou com a participação ativa do apresentador e pai de um filho autista Marcos Mion, da Rede Record. As tratativas foram realizadas em poucas horas e o decreto foi assinado logo depois. O apresentador deu um depoimento emocionado em sua conta no Facebook:
“Não tenho palavras pra descrever o que sinto hoje. É maior do que tudo. Maior que missão, é um propósito! Deus me colocou ali pra representar a todos e eu só posso dar toda honra e toda glória à Ele, Jesus!”
E o presidente também deixou registrado o acontecimento em sua conta no Twitter:
“Atendendo à necessidade da comunidade autista no Brasil e reconhecendo a importância do tema, sancionamos hoje a Lei 13.861/2019 que inclui dados específicos sobre autismo no Censo do IBGE. Uma boa tarde a todos!”, tuitou Bolsonaro.
O Transtorno do Espectro Autista resulta de uma desordem no desenvolvimento cerebral e engloba o autismo e a Síndrome de Asperger, além de outros transtornos, que acarretam modificações na capacidade de comunicação, na interação social e no comportamento. A estimativa é que existam 70 milhões de pessoas no mundo com autismo, sendo 2 milhões delas no Brasil.
Ou seja, estamos falando de uma parte da sociedade que é digna dos mesmos direitos e tem sido historicamente invisibilizada na sociedade e também por parte de seus representantes eleitos, magistrados e governantes.
Este fato recente atina-nos para uma reflexão: seria mesmo Jair Bolsonaro esse boçal autoritário que alguns ainda cismam em pintar nas redes sociais e em boa parte da mídia? Ou estamos diante de um ser humano que possui defeitos, porém tem se esforçado para fazer o melhor para o país?
Como escrevi no caso da nomeação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos EUA – decisão da qual discordo totalmente – o presidente pode dizer algumas coisas meio que estabanadas ou tomar algumas decisões que podem causar desagrados, seja de quem o apóia ou de quem lhe é oposição ferrenha, contudo não podemos negar que Jair Messias Bolsonaro tem sido transparente e leal às suas convicções, além de cumprir muito do que prometeu em campanha.
Já estamos vendo uma redução real nos índices de criminalidade no país. Os preços dos combustíveis estão caindo. O Brasil assinou um acordo comercial histórico com o Mercosul e a Europa. Ainda não é o suficiente, mas é desonesto intelectual quem acha que trapalhadas de décadas serão resolvidas em quatro anos de mandato.
Ao olhar para os excluídos sociais e assinar um decreto que a parte do espectro político que sempre arroga para si a defesa dos oprimidos e marginalizados jamais se coçou para fazê-lo, enquanto estava no poder, o presidente Bolsonaro demonstra que pode ter defeitos sim – como todos nós – mas é gente como a gente e o é como poucos estadistas brasileiros demonstraram ser.


