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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Pastor abre igreja gay e questiona: ‘Onde está escrito que Deus não aceita a homossexualidade?’ Pastor disse que Deus não condena a Homossexualidade, e causa a maior polêmica com as igrejas do Brasil.

A Bíblia condena a homossexualidade tanto no Antigo, como no Novo Testamento, mas para Gregory Rodrigues, (homossexual que protagonizou o primeiro casamento gay e o primeiro divórcio gay de 
Belo Horizonte) não há base bíblica para condenar as relações entre pessoas do mesmo sexo.
Por acreditar nisso, Rodrigues vai criar a Igreja Inclusiva de Água Viva que abre suas portas para a comunidade LGBT ignorando todos os versículos que falam a respeito da sexualidade e da forma como Deus diz que é abominação que um homem se deite com outro ou que sodomitas e efeminados não herdarão o Reino dos Céus.ormado em um seminário batista, o dono da nova igreja diz que os textos sagrados são registros históricos que não foram feitos para esse tempo, pelo menos a parte que fala sobre homossexualismo.
“A teologia tem se modificado. As pessoas têm aberto mais o pensamento e visto que aquilo é um conceito histórico. Toda essa pregação (diz que) Deus não aceita a homossexualidade. Onde está escrito que Deus não aceita a homossexualidade?”, questiona o pastor esquecendo de passagens como o capitulo primeiro do livro de Romanos.
Resultado de imagem para interior de igrejas evangelicasCriticando quem prega o que está na Bíblia, Rodrigues diz que a salvação é feita pela misericórdia de Deus e que os pastores não podem apontar quem será ou não salvo. “Pastores se acham muito donos da verdade em poder falar ‘os gays não são salvos’, ‘os héteros são salvos’. Se nós somos salvos por misericórdia de Deus, não é o pastor que vai me falar se eu estou ou não em pecado”.
Para acolher esse público cada vez maior, ele resolveu fundar uma igreja inclusiva que fará reuniões semanais em um hotel na capital mineira. “A igreja inclusiva surgiu para tentar trazer essa familiarização do evangelho, para abrir os olhos para a questão homoafetiva. A igreja tem esse papel, não de ser uma igreja exclusiva para gays, mas de ser para todos e todas”, diz.
Filho de evangélicos, Rodrigues contou ao jornal O Tempo que se descobriu gay aos 15 anos quando começou a se relacionar com o filho do pastor da igreja onde seus pais frequentavam. As brigas com o seu pai, um militar religioso, o fez se aproximar das igrejas inclusivas.
fonte:http://www.gospelgeral.com.br

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